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Tendências de consumo para 2026 e o impacto na logística

Descubra 6 principais tendências de consumo para 2026 e entenda como elas afetam a logística, pressionando o desenvolvimento de novas estratégias e o uso de tecnologias.

 

Direto ao ponto:

 

  • O consumidor de 2026 está mais exigente: espera personalização, agilidade, segurança e experiências consistentes em todos os canais.

 

  • A jornada de compra ficou mais complexa: IA, “omniconsumer” e hiperpersonalização aumentam a pressão sobre a logística e a operação.

 

  • Valor vai além do preço: entrega, frete, conveniência e experiência pesam tanto quanto descontos.

 

  • Confiança virou critério de escolha: segurança de dados e proteção das informações influenciam diretamente a decisão de compra.

 

  • Sustentabilidade deixou de ser discurso: práticas logísticas mais verdes já impactam a preferência do consumidor.

 

 

mulher navega pelo catálogo virtual de uma loja, enquanto segura uma sacola de compras, representando a fusão de canais, uma das tendências de consumo para 2026Não faz muito tempo que os principais fatores na hora da realização de uma compra eram a qualidade e o preço do produto. Anos à frente, estimulados pelo avanço das tecnologias, diversas mudanças no comportamento do consumidor aconteceram.

 

Além da preocupação com o produto, o comprador passou a observar o cenário macro de uma marca: a qualidade de atendimento, a velocidade de entrega, a comodidade ao transitar pelos canais sem fricção, o relacionamento no pós-venda e até mesmo o posicionamento da empresa na sociedade passaram a ser motivadores na decisão de compra.

 

É indiscutível: o avanço das tecnologias e a ascensão da inteligência artificial (IA) não apenas tornaram o mercado mais competitivo, como também elevaram o nível de exigência do consumidor. E é preciso considerar que toda essa transformação ocorre rapidamente. Grandes players avançam a passos largos, moldando novos comportamentos e elevando as expectativas dos clientes.

 

Adequar-se aos requisitos do novo mercado não é tarefa simples, mas um bom caminho é buscar atualização. Uma empresa que não acompanha as transformações do mercado tende a perder competitividade.

 

Pensando em contribuir para que seu negócio avance positivamente em um mercado em constante evolução, mapeamos 6 tendências de consumo para 2026. Acompanhe a seguir.

 

 

O que será tendência no mercado de consumo em 2026?



Essa é uma pergunta que muitos varejistas fazem. Com tantas mudanças no digital, na vida cotidiana e no cenário político-econômico, fica difícil acompanhar e entender qual será o movimento do setor e como se preparar. Mais do que conhecer tendências, é importante diagnosticar o momento atual do negócio e o que precisa ser priorizado na sua atualização. 

 

Nos tópicos seguintes, apresentamos as principais tendências de consumo de 2026 que devem impactar diretamente a logística e mostramos como estruturá-la para aumentar margem, eficiência e competitividade.

 

 

1 – IA passa a participar da jornada de compra 

 

Se até 2025 a IA circulava no campo das discussões e experimentos, em 2026 ela se torna parte estruturante do varejo. Isso ocorre porque cresce a demanda por personalização — e é justamente nesse ponto que a inteligência artificial se destaca.

 

Chatbots e assistentes virtuais evoluem rapidamente, atuando como facilitadores da compra. Para se ter uma ideia, na Cyber Week, a Salesforce informou que agentes de IA influenciaram 20% dos pedidos globais por meio do comércio conversacional.

 

Com aprendizado de máquina e acesso a histórico, essas ferramentas não apenas interagem com o consumidor, como também oferecem aos gestores insights estratégicos.

 

Especialistas apontam que o uso da IA seguirá em expansão no varejo, com foco em três eixos: eficiência logística, previsão de demanda e personalização.

 

Para Eduardo Peixoto, CEO da Delage, a ascensão da IA no varejo traz um desafio adicional: “se os agentes de atendimento oferecem atenção personalizada, é preciso que toda a estrutura logística esteja pronta para acompanhar esse nível de excelência, não apenas adotando IA em suas operações, mas contando com plataformas avançadas de gestão, como o sistema OMS”. Em suma, a personalização na ponta aumenta a pressão no backstage.

 

 

2- Do omnichannel ao “omiconsumer”

 

Nos últimos anos, a palavra de ordem no varejo foi o omnichannel: a diversificação dos canais de venda. Lojas físicas, e-commerce próprio, marketplaces e até redes sociais passaram a conviver como pontos legítimos de compra e interação. A lógica era clara: estar onde o cliente está, oferecendo conveniência e ampliando presença.

 

Agora, o conceito ganha uma camada adicional. Não se fala apenas em omnichannel, mas em “omniconsumer”. Isso significa que os canais deixaram de existir como entidades separadas. O que temos é um consumidor transitando livremente pelos pontos de contato da marca, e tudo precisa operar como um único sistema.

 

Iniciar uma compra pelo celular, experimentar o produto na loja física e receber em casa passa a ser o “novo normal”. Nesse cenário, empresas capazes de conectar esses pontos, oferecendo uma experiência contínua e sem atritos, ganham vantagem competitiva. Integração deixa de ser um diferencial tecnológico e passa a ser um diferencial de negócio. E, para que ela de fato aconteça, não basta apenas conectar lojas e canais; a logística também precisa estar integrada.

 

Marcelo Cardoso, VP da Rede d1000, que utiliza o OMS Maestro, o sistema de gestão de pedidos da Delage, relata que, após integrar todos os canais de venda pela plataforma, os resultados apareceram não apenas na velocidade do fulfillment, mas também na experiência do cliente. “Tivemos ganhos significativos na redução do cancelamento de pedidos, ganho de produtividade e, consequentemente, mais vendas”. Quando o consumidor confia na qualidade do serviço prestado e não encontra obstáculos ao longo da jornada de compra, ele permanece e volta.

 

 

3- Hiperpersonalização do atendimento



2026 vem com uma forte pressão sobre o modelo de atendimento. O cliente não quer ser só mais um. Ele deseja uma interação genuína com a marca, quer ser entendido, valorizado e receber recomendações relevantes. Quando a empresa demonstra que conhece o seu consumidor, ela se aproxima, gera confiança e constrói vínculo. Por isso, a hiperpersonalização aparece como uma das grandes tendências do varejo para 2026.

 

E os números confirmam essa tendência do consumo em 2026. Segundo a pesquisa CX Trends, realizada no Brasil pela Octadesk em parceria com a Opinion Box, 68% dos consumidores afirmam que experiências personalizadas influenciam diretamente sua decisão de compra.

 

Ao mesmo tempo, existe uma lacuna evidente entre expectativa e execução. Outra pesquisa realizada com varejistas brasileiros revelou que 83% ainda não utilizam dados da jornada do cliente para personalizar serviços ou colocar o consumidor no centro, evidenciando um espaço competitivo que pode ser rapidamente ocupado por quem investir na integração de canais e dados.

 

Então, como alcançar esse grau de excelência na interação com o comprador? Com as ferramentas certas.

 

À medida em que a empresa passa a vender em diversos canais (alguns deles externos, como marketplaces), torna-se fundamental contar com um hub de centralização de pedidos. Essa integração não apenas permite priorizar entregas, mas também registrar todas as compras realizadas pelo cliente, independentemente do canal. Com esses dados estruturados, a IA atua com muito mais eficácia e o pós-venda passa a ser decisivo para a fidelização.

 

 

4 – Consumidores em busca de valor na jornada de compra


Segundo a Deloitte, uma das tendências de consumo para 2026 é a busca de valor, ou seja, o consumidor passa a avaliar não apenas o preço, mas o que constitui um custo justo dentro da jornada de compra. No Brasil, uma pesquisa recente realizada pelo Mercado Livre e Mercado Pago mostrou que 80% dos entrevistados consideram as condições de entrega e o frete grátis tão importantes quanto o desconto, indicando que o valor vai além do preço direto e engloba o custo total da experiência.

 

Além dessa perspectiva do consumidor, o impacto de tarifas, inflação e volatilidade vem pressionando o varejo a adotar estratégias mais agressivas de mitigação de custos. Isso inclui investir em tecnologias que reduzam erros operacionais e aumentem a inteligência da cadeia, como sistemas WMS para separação e controle de estoque. Na ponta, cresce também a demanda por softwares que otimizam o last mile, com roteirização inteligente e processos mais simples para trocas e devoluções.

 

No fim, o mais importante é ter uma operação eficiente que permita equilibrar valor econômico (preço, promoções, frete grátis) com valor emocional (benefícios, confiança e experiência).

 

 

5- Segurança de dados


Entre as tendências de consumo para 2026 está a segurança digital, ou seja, uma preocupação crescente dos consumidores com a proteção de seus dados e com a confiança nas transações online. Levantamento realizado pela Acronis revelou que  consumidores brasileiros atribuem uma nota média muito alta à importância da proteção de dados (9,4 em escala de 0 a 10), acima da média global (8,6).



No Brasil, onde boa parte das compras é realizada pelo celular e pelo PIX, cresce a expectativa por ambientes seguros e livres de fraudes. Esse fator impacta diretamente a decisão de compra: quanto maior a confiança, maior a conversão.

 

Nesse cenário, cabe às empresas oferecer não apenas conveniência, mas também infraestrutura digital robusta, capaz de proteger informações sensíveis, evitar vazamentos, prevenir golpes e resguardar a reputação da marca.

 

Para dar conta dessa demanda, o varejo tem investido em camadas de segurança, como autenticação reforçada, criptografia de dados, tokenização de meios de pagamento e, em alguns casos, blockchain. O blockchain, por exemplo, permite registrar transações de forma distribuída e inviolável, elevando o nível de transparência e confiança nos sistemas de vendas e logística.

 

No fim, a segurança digital deixa de ser apenas um requisito técnico e passa a ser um atributo de valor percebido pelo consumidor, com impacto direto na fidelização.

 

6 – Sustentabilidade

 

A preocupação com a sustentabilidade segue como uma das tendências de consumo e virá forte em 2026, podendo  impactar a logística fortemente nos próximos anos. Cada vez mais os consumidores estão preocupados com empresas que se preocupam com o meio ambiente e buscam soluções inteligentes e ecológicas para seus processos.

 

Sendo assim, é necessário pensar sobre a logística verde, ou seja, um conjunto de práticas e políticas sustentáveis que podem ser aplicadas visando melhorar processos logísticos e reduzir os  impactos ao meio ambiente, como por exemplo:

 

  • Redução da emissão de carbono em processos logísticos. 
  • Redução de poluentes no ar, água ou no solo.
  • Uso de recursos naturais de forma consciente e racional. 
  • Redução no uso de papel, plásticos e outros materiais de longa decomposição. 
  • Promoção de ações de reciclagem.
  • Uso de transportes sustentáveis e rotas de entregas inteligentes. 

 

A prática sustentável não deve ser vista apenas para aumentar o lucro, mas para propor de forma honesta e sincera medidas que promovam o equilíbrio e a preservação ambiental. Empresas que abraçam causas sustentáveis de forma genuína ganham ainda mais a confiança do consumidor. Portanto, trata-se de uma iniciativa que traz inúmeros benefícios ao negócio e à sociedade, devendo estar entre as prioridades da gestão de qualquer  corporação.  

 

Em resumo, as tendências de consumo para 2026 estão cada vez mais focadas em melhorar a experiência do cliente, colocando-o efetivamente no centro dos negócios. Todas elas afetam diretamente a logística das empresas, exigindo uma maior eficiência no gerenciamento da operação e dos transportes, na entrega dos produtos e na integração dos diferentes canais de venda. 

 

Empresas que conseguirem se adaptar a essas tendências terão uma vantagem competitiva e estarão preparadas para enfrentar os desafios logísticos deste novo ano.

 

Como seguir as tendências?

 

O melhor caminho para começar hoje a corresponder às tendências de consumo para 2026 é conhecer os sistemas de gerenciamento WMS e OMS e entender como eles podem auxiliar você a atingir os tópicos citados neste artigo. 

 

Sistema WMS

 

O sistema WMS (Warehouse Management System) é uma tecnologia que oferece diversos benefícios que atendem às expectativas de consumo do novo mercado. Com ele é possível:

 

  • Realizar o gerenciamento de estoque de forma eficiente: o WMS permite controlar e monitorar em tempo real a entrada e saída de mercadorias, prevenindo erros e reduzindo tempo de espera de pedidos.

 

  • Aumentar a produtividade: com a automação de todos os processos do armazém oferecida pelo sistema WMS, o desempenho dos funcionários é elevado significativamente. Além disso, o software otimiza o layout do armazém, reduzindo o tempo de execução de tarefas e os erros de separação.

 

  • Reduzir custos: com a gestão mais eficiente do estoque e da armazenagem, a eliminação de erros e retrabalhos, é possível reduzir os custos operacionais, diminuindo as despesas com mão de obra, armazenagem, uso de ferramentas, dentre outras.

 

  • Elevar a eficiência na movimentação de mercadorias: com o sistema WMS, é possível otimizar o fluxo de mercadorias, reduzindo o tempo de espera e os custos com transporte e movimentação.

 

  • Melhorar o atendimento ao cliente: com um controle mais preciso do estoque e uma maior eficiência na execução de tarefas, o sistema WMS ajuda a melhorar o atendimento ao cliente, garantindo uma entrega mais rápida e confiável.

 

 

Sistema OMS

 

Já o sistema OMS (Order Management System) é uma das principais tecnologias que auxilia na experiência do cliente, uma vez que ele se relaciona diretamente com a gestão dos pedidos. Com ele é possível:

 

  • Centralizar e gerenciar pedidos: o sistema OMS é essencial para um negócio omnichannel. Com ele, é possível gerenciar todos os pedidos em um único lugar, integrando as informações de diferentes canais de vendas, bem como todos os atores do comércio digital (lojas físicas, sites, marketplaces, apps, transportadores, etc.). 

 

  • Otimizar o processo de atendimento: o sistema consegue otimizar a gestão de estoques, preços e prazos de entrega, reduzindo o tempo de espera e melhorando a experiência do cliente, além de fornecer informações em tempo real sobre o status de um pedido. 

 

  • Melhorar a gestão de inventário: a integração do sistema OMS com o WMS permite um controle apurado dos estoques – tudo em tempo real. Com isso,  evitam-se perdas e minimiza-se o risco de ruptura de estoque nos diferentes canais de venda.

 

  • Personalização e pós-venda: ao integrar todos os canais em um único hub e registrar os dados de compra, independente do canal, o sistema OMS permite às empresas oferecer maior personalização no atendimento e um pós-venda de qualidade.

 

Quase toda mudança significativa precisa ser planejada e estruturada de acordo com os objetivos da sua empresa. Em um mundo onde a tecnologia ganha cada vez mais espaço, pensar em competitividade e avanços de processos é pensar também em sistemas de gerenciamento capazes de auxiliar a logística alcançar metas estimadas.

 

A Delage conta com sistemas de gerenciamento robustos e personalizados para sua empresa. Converse com nossos especialistas e descubra a melhor forma de atender as tendências de consumo do mercado ainda em 2026!

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