Loja em marketplaces: como o sistema OMS pode te ajudar na logística e pós-venda

Entenda como o sistema OMS atua na gestão de pedidos em marketplaces e proporciona maior segurança para as estratégias omnichannel da sua empresa.     Nos últimos anos, o crescimento de marketplaces no Brasil vem chamando atenção. Durante o evento “Marketplace Conference 2021”, promovido pela Ebit/Nielsen, foi comunicado que o setor cresceu 52% ao longo do ano de 2020, um resultado surpreendente e superior ao crescimento do mercado de e-commerce em geral, resultando em um faturamento de aproximadamente R$73 bilhões para a categoria.   As vendas nesses grandes canais digitais continuaram fortes em 2021 e 2022, e o que se percebe é que cada vez mais os marketplaces conquistam novos

Sistema OMS: dúvidas frequentes

Você tem dúvidas sobre o sistema OMS, suas funções e se deve implantar o software em seu armazém? Respondemos as questões mais recorrentes que aparecem em nossas negociações para te ajudar a conhecer mais o sistema e suas vantagens.     As empresas enfrentam diariamente grandes desafios, seja na busca intensa por melhores estratégias de vendas, crescimento e aumento de sua autoridade, melhorias na estrutura interna que possam agilizar a operação, equipe e produtividade, ou, até mesmo, encontrar formas de adaptar-se ao mercado que nunca exigiu tão rapidamente mudanças ligadas às exigências dos consumidores.   Assim como empresas 100% on-line, gestores varejistas que trabalham em um negócio omnichannel sentem também

Sistema OMS: conheça o software que está revolucionando a logística omnichannel

Sua empresa deseja abrir mais canais de venda? Entenda como o sistema OMS pode ajudar você a alcançar melhores resultados e aumentar sua presença digital.   As formas de consumo mudaram. Hoje, a maneira com a qual cliente e empresa se relacionam e as experiências oferecidas durante o processo de aquisição de um determinado produto são alguns dos pilares que sustentam o novo mercado.   Outra transformação fundamental observada ao longo dos dois últimos anos foi a crescente busca por produtos de forma on-line, e, consequentemente, maior aquisição por meio do comércio eletrônico. Isso demonstra que não só o comportamento sofreu alterações, mas a forma como se consome também. Na

D2C: o que é, vantagens e como estruturar a logística para esse novo modelo de negócios

O e-commerce é um canal democrático que abriu espaço não apenas ao varejo. Com o avanço das plataformas de venda on-line e a crescente adesão a esse novo tipo de consumo, as indústrias perceberam que ali haveria uma oportunidade interessante de oferecer seus produtos diretamente ao consumidor final, sem a necessidade de um revendedor ou distribuidor. Esse tipo de venda, chamado de D2C (Direct-to-Consumer  ou DCT), está se tornando mais forte a cada dia.   Empresas como a Nike, Nestlé e Grupo Unilever, assim como gigantes da tecnologia, já estão presentes no canal eletrônico e vislumbram um grande crescimento. De acordo com um estudo realizado pela Salesforce em 2019, 99%

OMS (Order Management System): o que é e por que é imprescindível para atender ao novo padrão de consumo

O mercado de consumo não é mais o mesmo. Os hábitos de compra mudaram, assim como a expectativa dos clientes. Com a ascensão do omnichannel, o consumidor tem uma série de facilidades para fazer uma compra. Mas ele não deseja apenas ter a flexibilidade de transitar entre os vários canais de venda. Ele quer ter o mesmo padrão de atendimento em todos eles, ou seja, quer ter uma experiência de compra positiva e unificada.   Isso exige das empresas uma nova postura. Não dá mais para manter uma gestão de pedido descentralizada, abrindo brechas para que as informações se percam durante a jornada de compra. Se um cliente comprou on-line

E-commerce: aumento de reclamações mostra que é hora de priorizar a logística

A pandemia da Covid-19 provocou uma reviravolta no mundo dos negócios, acelerando significativamente a transformação digital das empresas. Quem já trabalhava com venda física e o e-commerce, passou a investir mais na venda on-line, e aqueles que ainda não tinham presença no comércio eletrônico precisaram agir rapidamente para se adequar à nova realidade. Os resultados dessa mudança podem ser vistos em números: de acordo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCCom), entre o fim de março, quando as medidas de isolamento social começaram a ser tomadas, e o fim de abril, cerca de 100 mil sites de vendas foram criados.   Outra pesquisa, realizada pela Mercado Livre, aponta que, no

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